By admin | julho 24, 2006 - 9:38 am
Posted in Category: PORTANTE GERAL

Seguem aqui algumas curiosidades, um tanto quanto “peculiares”, sobre a vida cotidiana de antigamente!1) Ao se visitar o Palácio de Versailles, em Paris, observa-se que o suntuoso palácio não tem banheiros.
Na Idade Média, não existiam dentifrícios ou escovas de dente, perfumes, desodorantes, muito menos papel higiênico. As excrescências humanas eram despejadas pelas janelas do palácio.2) Em dia de festa, a cozinha do palácio conseguia preparar banquete para 1.500 pessoas, sem a mínima higiene. Vemos, nos filmes de hoje, as pessoas sendo abanadas.

 

 

A explicação não está no calor, mas no mau cheiro que exalavam por debaixo das saias (que eram propositalmente feitas para conter o odor das partes íntimas, já que não havia higiene). 3) Também não havia o costume de se tomar banho devido ao frio e à quase inexistência de água encanada. O mau cheiro era dissipado pelo abanador. Só os nobres tinham lacaios para abaná-los, para dissipar o mau cheiro que o corpo e boca exalavam, além de também espantar os insetos.

4) Quem já esteve em Versailles admirou muito os jardins enormes e belos que, na época, não eram só contemplados, mas “usados” como vaso sanitário nas famosas baladas promovidas pela monarquia, porque não existia banheiro.

5) Na Idade Média, a maioria dos casamentos ocorria no mês de junho (para eles, o início do verão). A razão é simples: o primeiro banho do ano era tomado em maio. Assim, em junho, o cheiro das pessoas ainda era tolerável.
Entretanto, como alguns odores já começavam a incomodar, as noivas carregavam buquês de flores, junto ao corpo, para disfarçar o mau cheiro.
Daí termos maio como o “mês das noivas” e a origem do buquê de noiva explicado.

6) Os banhos eram tomados numa única tina, enorme, cheia de água quente. O chefe da família tinha o privilégio do primeiro banho na água limpa.
Depois, sem trocar a água, vinham os outros homens da casa, por ordem de idade, as mulheres, também por idade e, por fim, as crianças. Os bebês eram os últimos a tomar banho.
Quando chegava a vez deles, a água da tina já estava tão suja que era possível “perder” um bebê lá dentro. É por isso que existe a expressão em inglês “don’t throw the baby out with the bath water”, ou seja, literalmente “não jogue o bebê fora junto com a água do banho”, que hoje usamos para os mais apressadinhos.

7) Os telhados das casas não tinham forro e as vigas de madeira que os sustentavam era o melhor lugar para os animais - cães, gatos, ratos e besouros se aquecerem.
Quando chovia, as goteiras forçavam os animais a pularem para o chão.
Assim, a nossa expressão “está chovendo canivete” tem o seu equivalente em inglês em “it’s raining cats and dogs” (está chovendo gatos e cachorros).

8) Aqueles que tinham dinheiro possuíam pratos de estanho. Certos tipos de alimento oxidavam o material, fazendo com que muita gente morresse envenenada.
Lembremo-nos de que os hábitos higiênicos, da época, eram péssimos. Os tomates, sendo ácidos, foram considerados, durante muito tempo, venenosos.

9) Os copos de estanho eram usados para beber cerveja ou uísque. Essa combinação, às vezes, deixava o indivíduo “no chão” (numa espécie de narcolepsia induzida pela mistura da bebida alcoólica com óxido de estanho). Alguém que passasse pela rua poderia pensar que ele estivesse morto, portanto recolhia o corpo e preparava o enterro. O corpo era entãocolocado sobre a mesa da cozinha por alguns dias e a família ficava em volta, em vigília, comendo, bebendo e esperando para ver se o morto acordava ou não. Daí surgiu o velório, que é a vigília junto ao caixão.

10) A Inglaterra é um país pequeno, onde nem sempre havia espaço para se enterrarem todos os mortos. Então os caixões eram abertos, os ossos retirados, postos em ossários, e o túmulo utilizado para outro cadáver.
Às vezes, ao abrirem os caixões, percebia-se que havia arranhões nas tampas, do lado de dentro, o que indicava que aquele morto, na verdade, tinha sido enterrado vivo. Assim, surgiu a idéia de, ao se fechar o caixão, amarrar uma tira no pulso do defunto, passá-la por um buraco feito no caixão e amarrá-la a um sino.
Após o enterro, alguém ficava de plantão ao lado do túmulo, durante uns dias. Se o indivíduo acordasse, o movimento de seu braço faria o sino tocar. E ele seria “saved by the Bell”, ou “salvo pelo gongo”, expressão usada por nós até os dias de hoje.

Você ainda acha linda e pomposa a época de Romeu e Julieta ?!.

 


PORTANTE

By admin | julho 21, 2006 - 10:25 am
Posted in Category: PORTANTE GERAL

 Escrito por um brasileiro que mora em Long Island, EUA:

 1 - “Brasileiro é um povo solidário”- Mentira!

 O brasileiro é um povo trouxa. Pagar 40% de sua renda em tributos e ainda dar esmola pra pobre
na rua ao invés de cobrar do governo uma solução pra pobreza; aceitar que ongs de “direitos

humanos” fiquem dando pitaco na forma como tratamos nossa criminalidade; não protestar cada

vez que o governo compra um colchão pra um presidiário que queimou o dele de propósito não é

coisa de gente solidária. É coisa de gente trouxa.

 2 - “Brasileiro é um povo alegre”. Mentira!

 Brasileiro é bobo alegre. Fazer piadinha com as imundicies que acompanhamos todo dia é o
mesmo que tomar bofetada na cara e dar risada.. Depois de um massacre que durou quatro dias

em São Paulo, ouvir o José Simão fazer piadinha a respeito e achar graça é o  mesmo que contar

piada no enterro do pai. Brasileiro tem um sério problema. Quando surge um escândalo, em vez

de protestar e tomar providências como cidadão, ele ri como um cavalo.

 3 - “Brasileiro é um povo trabalhador”. Mentira!

 O brasileiro é vagabundo por excelência. O brasileiro tenta se enganar, fingindo que os políticos
que ocupam cargos públicos no país surgiram de marte e pousaram lá, quando na verdade eles

são oriundos do povo. O brasileiro, ao mesmo tempo que fica indignado ao ver um deputado

receber 20mil por mês pra trabalhar 3 dias e coçar o saco o resto da semana, também sente inveja

e sabe - lá no fundo - que se estivesse no lugar dele faria o mesmo. Um povo que se conforma em

 receber uma esmola do governo de 90 reais mensais pra não fazer nada e não aproveita isso

para alavancar sua vida (realidade da brutal maioria dos beneficiários do “bolsa família”) não

pode ser adjetivado de outra coisa que  não vagabundo.

 4 - “Brasileiro é um povo honesto”. Mentira!

 Já foi, hoje é uma qualidade em baixa. Se você oferecer a um policial europeu 50 euros para ele não
te autuar, provavelmente irá preso. Não porque poderá ser pego, mas porque é errado. Na minha

profissão, convivo com pessoas de diversos países da Europa e também com americanos. Tenho que

provar sempre que sou diferente do brasileiro pq todos têm uma história de pilantragem de

brasileiro cometida lá fora. O brasileiro, ao mesmo tempo em que fica indignado com o mensalão,

pensa intimamente, o que faria se arrumasse uma “boquinha” dessas, quando na realidade isso

não deveria sequer passar por sua cabeça.

 5 - “90% de quem vive na favela é gente honesta e trabalhadora”. Mentira!

 Já foi. Historicamente, as favelas se iniciaram nos morros cariocas quando os negros e mulatos
retornando da Guerra do Paraguai ali se instalaram. Naquela  época quem morava lá era gente

honesta, que não tinha outra alternativa e não concordava com o crime. Hoje a realidade é

diferente. Muito pai de família sonha que o filho seja aceito como “aviãozinho” do tráfico para

ganhar uma grana legal. Se a maioria da favela fosse honesta, já teriam existido condições de se

tocar os bandidos de lá pra fora porque  podem matar 2 ou 3 mas não milhares de pessoas. Além

disso, cooperariam com a polícia na identificação de criminosos de forma que eles não sentissem

segurança de montar suas bases de operação nas favelas.

 6 - “O Brasil é um pais democrático”. Mentira!

 Num país democrático a vontade da maioria é lei. A maioria do povo acha que bandido bom é
bandido morto, mas sucumbe a uma minoria barulhenta que se apressa pra dizer que um

bandido que foi morto em uma troca de tiros foi “executado friamente”. Em um país onde todos

tem direitos mas ninguém tem obrigações não existe democracia e sim anarquia. Em um país em

que a maioria sucumbe bovinamente a uma minoria barulhenta, não existe democracia, mas um

simulacro hipócrita. Se tirarmos o pano do “politicamente correto”, veremos que vivemos em

uma sociedade feudal. Um rei que detém o poder central, seguido  de duques, condes,

arquiduques e senhores feudais (ministros, deputados, senadores, prefeitos, vereadores, etc)…

todos sustentados pelo povo que  paga tributos que tem como único fim o pagamento de seus

privilégios. E ainda somos obrigados a votar…

Que democracia é essa?

 José Starling
Engº Civil

By admin | julho 19, 2006 - 12:27 pm
Posted in Category: PORTANTE GERAL
 
11/07/2006

Por Robert Lemos

Há mais de cinco anos, as empresas de segurança alertam para os riscos dos vírus em telefones celulares – desde que um vírus de computador transmitido em massa por e-mails, o Timofonica, ganhou as manchetes do mundo como o primeiro vírus para celulares (um equívoco, pois a ameaça é um vírus com base em PC que envia mensagens para telefones como efeito colateral).

Embora o perigo seja real e iminente, poucos vírus conseguiram se alastrar com sucesso em dispositivos móveis – sobretudo nos aparelhos mais populares – isso porque não é nada fácil infectar um telefone celular. Programas mal-intencionados não são capazes de se instalar automaticamente em telefones celulares: os usuários precisam autorizar o andamento do processo. Tomemos como exemplo o Cabir. Para entrar em funcionamento, essa ameaça exige que o usuário autorize três ações diferentes. E vale lembrar que as pessoas raramente abrem arquivos anexos usando os celulares, um fato que oferece ainda mais proteção contra as novas ameaças.

Mas a pouca quantidade de ameaças levou as empresas fabricantes de antivírus a reduzirem os esforços na produção de softwares de segurança para celulares. Embora as empresas F-Secure, Trend Micro e Symantec ofereçam softwares para proteger telefones móveis com base em diferentes sistemas operacionais, outras companhias esperam pelo aumento da demanda de mercado antes de investirem no segmento.

Mas isso deve acontecer em breve, pois os criadores de softwares mal-intencionados para dispositivos móveis estão cada vez mais inovadores. Os telefones da série Nokia 60, que usam o sistema operacional Symbian, não são mais os únicos alvos. O RedBrowser, um trojan que arrebanha dinheiro através de uma conexão com um serviço premium de mensagens pagas, roda em diversos modelos de celulares. Outra ameaça, o vírus Crossover, é capaz de saltar de um dispositivo de Pocket PC para um computador durante uma operação de ActiveSync (sincronização ativa). E o Comm Warrior se espalha através de conexões Bluetooth e MMS.

Além disso, códigos mal-intencionados em dispositivos móveis estão criando variáveis, conhecidas como crimewares, que encontram alternativas para roubar dinheiro e informações. O RedBrowser, por exemplo, envia mensagens SMS e tenta cobrar entre US$ 5 e 6 por mensagem do usuário. Já o Flexi-SPY é vendido por uma empresa legalizada de Bangkok, que oferece aos seus clientes um serviço para espionagem de esposas e filhos. As empresas fabricantes de antivírus consideram esse programa um trojan, e a maioria dos compradores não revela para as vítimas que seus telefones estão com esse programa. Essa instalação secreta é ilegal em diversos paises.

Embora os usuários de telefones celulares possam se proteger da perda de dados através da sincronização de seus PDAs, eles permanecem vulneráveis aos danos causados por perdas financeiras. Devido às preocupações com segurança, algumas empresas preferem não distribuir smartphones aos seus empregados. Mas, em vez de se privarem do uso dessa tecnologia, as empresas e clientes deveriam investir mais em softwares de segurança para seus dispositivos móveis.

A maioria das pessoas talvez não precise desse tipo de software antivírus no momento – basta seguir as recomendações nessa página. Mas em breve a proliferação de softwares mal-intencionados vai transformar essa proteção opcional numa obrigação de todos.

COMO EVITAR OS PEQUENOS INVASORES

Quando o assunto é proteger seu celular contra vírus, o melhor mesmo é tratar seu aparelho como se ele fosse um computador convencional.

1 Cuidado com os anexos. Não aceite um anexo a menos que você o tenha requisitado e conheça o remetente.

2 Cuidado com o sistema Bluetooth. Desligue o modo visível em seu telefone com Bluetooth (leia o manual do seu aparelho), e baixe atualizações de software junto ao fabricante do aparelho.

3 Seja esperto com seu smartphone. É sempre bom instalar um software antivírus em qualquer aparelho desses. Os códigos mal-intencionados preferem os smartphones aos telefones celulares convencionais, pois a configuração desses telefones é similar a dos PCs.

AMEAÇA EM EVOLUÇÃO

Aqui listamos algumas ameaças que os ladrões de dados e fraudadores online somente podem usar contra seu dispositivo móvel.

Timofonica – se espalha entre PCs e celulares através de e-mails. Originário da Espanha.

Cabir – se espalha através da tecnologia Bluetooth como se fosse um aplicativo instalado pelo usuário nos telefones Série 60 da Nokia.

RedBrowser – finge ser um navegador da web para enviar mensagens de texto para um serviço premium que cobra de US$ 5 a 6 por mensagem.

FlexiSPY – um aplicativo criado por uma empresa de Bangkok para monitorar ligações telefônicas das vítimas.

By admin | - 11:45 am
Posted in Category: PORTANTE GERAL
Vacina-boa notícia!
> > >Olá,
> > >M U I T O  I M P O R T A N T E !
> > >Divulguem esta vitória da medicina genética brasileira.> > >
> > >Já existe vacina anti-câncer (pele e rins). Foi desenvolvida por > >cientistas
> > >médicos brasileiros, uma vacina para estes dois tipos de câncer, que > > >mostrou-se eficaz, tanto no estágio inicial como em fase mais avançada.
A > > >vacina é fabricada em laboratório utilizando um pequeno pedaço do tumor
> >do > > >próprio paciente. Em 30 dias está pronta, e é remetida para o médico > > >oncologista do paciente.
> > >
> > >Nome do médico que desenvolveu a vacina:
> > >José Alexandre Barbuto
> > >Hospital Sírio Libanês - Grupo Genoma.
> > >Telefone do Laboratório: 0800-7737327
> > >(falar com Dra. Ana Carolina ou Dra. Karyn, para maiores detalhes)
 
 
> > >Isto sim é algo que
> > >precisa ser repassado……….Alguém pode estar
> > >precisando.
 
By admin | julho 16, 2006 - 12:24 pm
Posted in Category: PORTANTE GERAL



CREDITO EXCLUSIVO: REVISTA CHI da Italia A POLÊMICA FOTO DE LADY DI MORTA Uma foto de Lady Di agonizando publicada pela revista italiana “Chi” causou revolta na imprensa tablóide britânica e em Mohammed Al Fayed, o pai de Dodi Al-Fayed, que morreu com Diana no acidente sob a Ponte de Alma em Paris.(FOLHA ON LINE)