By | setembro 23, 2008 - 7:56 pm
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A Volkswagen divulgou nesta segunda-feira (22) as primeiras fotos de sua futura picape, já flagrada inúmeras vezes rodando na Europa sob camuflagens. O modelo é um protótipo batizado, por enquanto, de “Pickup”, e as iniciais SAR vistas na lateral significam “Search and Rescue”, referência ao uso do carro por salva-vidas. Seu nome verdadeiro, no entanto, deverá ser Robust (robustez).A caminhonete será apresentada nesta quinta-feira (25) em uma feira de veículos comerciais (daí a utilização da sigla SAR), em Hanover, Alemanha, quando deverão ser divulgadas suas especificações técnicas. Por hora, pode-se dizer que seu visual segue a recente escola da Volks, iniciada com o Scirocco e também presente no Golf, o que se percebe pelo formato dos faróis e na divisão das grades. O veículo será produzido apenas em Pacheco, Argentina, e deverá chegar ao Brasil em 2009. A picape também será vendida em outras partes do mundo, como África do Sul, Austrália e Europa.

COLABORAÇÃO: CARLOS NICOLI

By | - 3:24 pm
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Em novembro de 2007, quando foi lançado o “Android”, o sistema operacional de código aberto desenvolvido pela Google - em parceria com mais 34 companhias de telefonia móvel, indo deste de fabricantes de softwares até fabricantes de hardware -  para celulares, o diretor executivo da empresa, Eric Schmidt disse que estava apresentando apenas um sistema operacional para celulares, uma alternativa aos já existentes, exemplo, Windows Móbile, e não estava lançando o GPhone (Google Phone) como estavam dizendo. Na época eles previam o lançamento dos primeiros telefones celulares baseados no “Android” para a segunda metade de 2008. Chegamos à metade do segundo semestre de 2008 (segunda metade do ano), e como foi dito em 2007, foi lançado o primeiro telefone celular baseado no “Android”, ele se chama Dream, e é o primeiro celular com software da Google e que deve ser um concorrente ‘a altura do iPhone, da Apple.O telefone foi fabricado por HTC e está funcionando apenas na Europa, sendo operado pela companhia T-Mobile, mas a Google já solicitou aos fabricantes de aparelhos celulares que os próximos aparelhos fabricados tenham suporte ao “Android”, cujos códigos abertos permitem às companhias telefônicas se livrarem das licenças de software, diminuindo o custo do aparelho. O “Android” torna a navegação na internet através do celular mais sensível, permitindo ter várias aplicações abertas ao mesmo tempo, o que não é possível com o iPhone, e isso facilita a troca de dados e contatos entre usuários. O co-fundador da Google, Sergey Brin, disse que aposta com força na web móvel como um dos objetivos da empresa para os próximos anos. O Dream, permitirá cortar e pegar textos em e-mails, que também não é possível ser feito com o iPhone. Todos os aplicativos utilizados no Dream serão gratuitos e os usuários poderão ter vários funcionando ao mesmo tempo. Ente os aplicativos do Dream estão alguns como o BreadCrumz, que não só mostra o caminho a seguir, mas também mostra fotos das ruas para nos ajudar, funcionando como um GPS. Outro aplicativo é o TuneWiki, que transforma o telefone em um Karaokê portátil, oferecendo vídeos musicais do YouTube – que é prorpiedade do Goggle – com a letra das músicas caso o usuário queira catá-la. O valor estimado para venda na Europa é de cerca de 200 dólares, o mesmo preço do iPhone e alguns modelos como o BlackBerry, e o início das vendas está marcado para outubro. A nós brasileiros só nos resta aguardar a chegada dele no Brasil. Até lá, fiquemos apenas com imagens e comentários da grande rede.

By | setembro 20, 2008 - 12:14 pm
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A fila para descendentes de italianos interessados em obter reconhecimento da cidadania está parada em São Paulo. Há um ano e meio, nenhum novo caso é convocado. Existem cerca de 380 mil pessoas com processos em análise nas mãos de poucos funcionários do Consulado Geral da Itália, em São Paulo.

By | setembro 17, 2008 - 11:46 am
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A PRO TESTE ajuizou uma ação civil pública contra Coniexpress Indústria Alimentícia, Unilever e dois outros fabricantes de molhos, na 1ª Vara Cível do Fórum do Jabaquara, em São Paulo, para que as empresas deixem de fabricar, distribuir e comercializar os molhos de tomate que se encontram inadequados para o consumo. O pedido se deve ao resultado do teste que encontrou risco de deterioração, fragmentos de insetos e até presença de pêlos de roedores nos molhos fabricados por estas empresas. Se o pedido for aceito, até que os problemas relativos à higiene e às boas práticas de produção sejam sanados, estes molhos que podem ser vetores e possíveis causadores de doenças, estarão fora do mercado. Em três ações anteriores, que estão tramitando, a entidade já havia solicitado à Justiça a retirada das prateleiras dos supermercados desses alimentos nocivos à saúde. O Ministério Público já se manifestou favorável numa dessas ações. Com base no princípio da precaução é pedida a proibição de fabricação desses molhos enquanto não forem feitos novos testes comprovando que foram sanados os problemas de higiene detectados.

ENVIADO POR: ANA MARIA

Apenas oito molhos tiveram avaliação positiva na avaliação feita pela PRO TESTE.

By | setembro 12, 2008 - 12:32 am
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A mais prestigiada mostra de arquitetura em âmbito mundial tem reduzida presença brasileira: além do Triptyque, que faz parte da representação nacional da França e apresenta dois projetos concebidos para a Vila Madalena, em São Paulo.

 O primeiro projeto do Triptyque que será exibido é o edifício Harmonia 57, finalizado neste ano (foto na capa desta edição). De pequenas proporções, ainda é um corpo estranho no bairro paulistano: seu térreo é aberto e, unido à rua, forma uma pequena praça.
O centro da construção é um emaranhado de tubos por onde passa água reutilizada, que irriga as plantas espalhadas pelas fachadas do prédio e, em intervalos determinados, é borrifada no ambiente da praça.
“Existe um cuidado evidente com a sustentabilidade, mas não é o principal objetivo do projeto”, afirma o francês Guillaume Sibaud, 35, um dos quatro sócios do escritório binacional.

O segundo projeto do Triptyque a ser mostrado em Veneza é um prédio residencial na rua Fidalga (veja ao lado), também de conceito pouco ortodoxo e que tem seu término previsto para o final do ano que vem.
“Considero o prédio da Fidalga como uma colagem, onde o que interessa mais é o processo, e não o projeto acabado”, diz Sibaud. “O verde é central na construção, e os apartamentos são variados: podem ser dúplex, ter suítes ou suas dimensões serem menores”, conta o arquiteto. “Assim como no Harmonia, o bem-estar é fundamental. Por isso, é um projeto otimista, de acordo com a curadoria francesa da Bienal.”